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Falta de carinho pode acabar com o relacionamento ? como conquistar o seu cônjuge?

 

                                  Imagem de Tumisu, please consider Thank you!  por Pixabay


Entenda com esse artigo se a falta de carinho que é uma soma de todas as nossas perguntas , pode de alguma forma prejudicar o seu relacionamento. As perguntas acima deveriam ter o seu lugar em nossas vidas assim que começamos uma relação ou assim que conquistamos um paquera .

Mas como não é possível sair por aí com uma prancheta nas mão anotando o que de e o que não de ser feito em uma relação o melhor é procurar entender de vez o que está sendo feito de nossos relacionamentos .

Antes de começarmos ou logo no início de uma relação é importante colocar em pauta todos os nossos objetivos e dizer como gostamos de ser tratadas .

A Grande falha das relações é exatamente isso , dificilmente temos essa coragem e aceitamos tudo em nome do não ficar sozinhas , por isso entramos muitas vezes em uma relação que já está desgastada desde o início.

Muitas vezes está comprometida com falhas desde o início , e o grande engano discorre pelo fato de acreditarmos que isso poderá ser mudado.

Não se Deixe Enganar ,se Ele Não é Carinhoso Agora Muito Menos Depois

A verdade sobre esse fato é que quanto antes conhecer o seu parceiro melhor ,observe o comportamento dele , como ele trata as pessoas, a sua volta , se o que ele diz de si corresponde com o ele faz. Se é simpático , atencioso , ou grosseiro , insensível , ignorante , ou adjetivos como esses fazem parte da vida diária dele . Depois de observados esse fator , esteja sempre atenta se lê a trata com carinho sempre ou só depois que alguém chega .


Se ele consegue entender quando você demonstra interesse em estar ao lado dele ou e dá aquela escorregada ! Cuidados como esses podem ser fundamentais para agregar valores a sua relação , pois nossa pergunta hoje é até quando poderia suportar a falta de carinho em seu relacionamento ? Você  é carinhosa com ele? Ele recebe bem os seus carinhos ou simplesmente ignora , e te faz sentir a última das mulheres !

Se esse é o sentimento que e ele te desperta é hora de pensar sobre esse relacionamento, chamá-lo para uma boa conversa, se ele se dispôs a mostrar que os atos são inconscientes , mas se negar-se ou usar de tons irônicos , debochados  ou mesmo sarcasmo , não tem porquê se prender a esse relacionamento com certeza a falta de carinho da parte dele deixa claro que não a quer.

Mas se já existe uma relação um tanto pior seu relacionamento certamente já está acabado .O que devo fazer nesse caso ?Antes e qualquer atitude é necessário ter certeza , e mesmo diante um sinal óbvio é importante pensar , estude se esse tornou-se seu comportamento  normal ou apenas acontece , verifique a frequência. Para então tomar uma decisão definitiva. Mas a casos que felizmente não há a necessidade de testes entenda a situação.

Quando Sei que é Preciso Conquistar

A Conquista faz parte de nossas vidas diárias , é perfeitamente normal, para quem sabe fazer um belíssima conquista, mas pode ser mal interpretada também .

O que queremos frisar aqui é simplesmente que que um conquistador pode conquistar pelo simples fato de ser capaz de fazer isso e embora tenha o poder de agir sempre assim não quer dizer que todas as conquistas são intencionais e muito menos mal intencionada.

No entanto quando o assunto são os relacionamentos , é importante que você se preocupe sempre em conquistar , se percebe que ele não consegue ser carinhoso , então seja você e observe como ele recebe esse carinho, seja sempre gentil , educada , paciente , calma tolerante ,atenciosas, amorosa .

Essas serão suas armas poderosas da conquista de seu homem, Procure estar sempre bonita ,cheirosa, atente-se para surpreendê-lo , sempre , encanta-lo ,impressioná-lo. Dessa forma sempre terá algo a mais para fazer ele pensar antes de tratar você como qualquer uma .

A Falta de carinho definitivamente poderá acabar sim não só com o relacionamento como também o amor de uma mulher , seja quanto forte for , a falta de carinho certamente esfriará os sentimentos dela e a disposição para motivar-se e motivar a relação poderá ter fim isso acarretaria um enfado conjugal e até o fim definitivo dele.

Agora que já sabe . considere avaliar como tem tratado seu cônjuge também , que deseja receber carinho deve ser carinhoso , pare e pense quantas mensagens de carinho já enviou hoje para ele . Com quantas palavras doce você começou o dia com ele ,não  considere só a intimidade para derramar-se de amor , seja dócil sempre o carinho pode aquecer uma relação e esquentar e até aumentar bastante a sua intimidade.

Por isso reba e conceda carinho o tempo todo essa troca é muito importante e pode ser um dos pilares fundamentais no casamento , namoro , noivado , ou até para uma relação que não se firmado ainda.


Fonte: https://clubedemulher.com.br

Que conselho bíblico proíbe o abuso fisico - violência, ou até mesmo verbal , seja com os filhos , esposa ou esposo ?

 


Que conselho bíblico proíbe o abuso físico - violência, ou até mesmo verbal ,

seja com os filhos , esposa ou esposo ?

 “A Bíblia diz em Colossenses 3:19: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” Violência é uma característica do infiel. A Bíblia diz em Provérbios 13:2:

“Do fruto da boca o homem come o bem; mas o apetite dos prevaricadores alimenta-se da violência.”” A Bíblia diz em Colossenses 3:19: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.”

Deus proíbe o incesto. A Bíblia diz em Levítico 18:6: “Nenhum de vós se chegará àquela que lhe é próxima por sangue, para descobrir a sua nudez. Eu sou o Senhor.” Violência é uma característica do infiel.

A Bíblia diz em Provérbios 13:2: “Do fruto da boca o homem come o bem; mas o apetite dos prevaricadores alimenta-se da violência.” Não se deve admirar pessoas violentas. A Bíblia diz em Provérbios 3:31: “Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.”

As pessoas que utilizam o abuso verbal revelam o seu verdadeiro caráter. A Bíblia diz em Provérbios 13:3: “O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus lábios traz sobre si a ruína.” Conforto para as vítimas do abuso.

A Bíblia diz em Salmos 91:1-16: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-poderoso descansará.

Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa. Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.

Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia, nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia. Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.

Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios. Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação, nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.


Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra. Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome. Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei. Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.” Deus ama as vítimas do abuso.

A Bíblia diz em Romanos 5:5: “E a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Eventualmente os que abusam receberão a sua recompensa. A Bíblia diz em Salmos 60:11-12: “Dá-nos auxílio contra o adversário, pois vão é o socorro da parte do homem.

Em Deus faremos proezas; porque é ele quem calcará aos pés os nossos inimigos.” Temos a promessa de proteção e de dormir sem temor. A Bíblia diz em Provérbios 3:21-24: “Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso.

Assim serão elas vida para a tua alma, e adorno para o teu pescoço. Então andarás seguro pelo teu caminho, e não tropeçará o teu pé. Quando te deitares, não temerás; sim, tu te deitarás e o teu sono será suave.” (BibleInfo.com).


 Fonte: Biblia.com.br

Mal entendido sobre a submissão da mulher ao marido

 

                                                  Imagem de Ryan McGuire por Pixabay 


“Meu marido toma algumas decisões e não leva em consideração meus sentimentos e opiniões. Vive citando os textos bíblicos em que a mulher deve ser submissa ao homem.

Devo ser submissa até que ponto?” “Meu marido toma algumas decisões e não leva em consideração meus sentimentos e opiniões. Vive citando os textos bíblicos em que a mulher deve ser submissa ao homem. Devo ser submissa até que ponto?”

 O seu esposo está com uma compreensão equivocada do que significa a submissão da mulher ao marido. E, se ele não mudar os conceitos dele, o casamento de vocês pode sofrer algum tipo de prejuízo.

Seu marido não deve se apegar apenas os versos 22 e 23 de Efésios 5 para apoiar a ideia antibíblica de que a mulher, por ser submissa, “não precisa tomar parte nas decisões do lar”.

Ele deve ler todo o contexto dos versos e lembrar que a Bíblia diz que marido e mulher são “uma só carne” (Gênesis 2:24; Mateus 19:5). Isto envolve uma união íntima sexual e também em outros aspectos da vida conjugal (inclusive tomar decisões juntos.

Isto é uma demonstração de amor, interesse e respeito!). Quando levamos também em conta os versos 25-33 de Efésios 5, vemos que a submissão a que a Bíblia se refere é aquela baseada no amor.

Isto porque os textos seguintes dizem que esta submissão da esposa deve ser motivada pelo amor do marido. E essa submissão é do mesmo tipo de submissão que a igreja tem para com Cristo.

A submissão é um respeito pelo marido, um reconhecimento de que ele é o cabeça do lar. Ao mesmo tempo, o esposo deve reconhecer que a esposa é o coração do lar.

Pergunto: Cristo é um carrasco para a igreja? Ele não a deixa tomar as decisões com Ele? De modo algum! Jesus ama a igreja como a Si mesmo! Do mesmo modo, seu esposo deve amar você.

Da mesma maneira que Cristo cuida de Sua igreja o marido deve cuidar da esposa! O matrimônio simboliza a união entre Cristo e a igreja. É algo sagrado! 

Peça ao seu marido para ler esses textos, refletir neles e pedir a Deus ajuda para que possa tratá-la do mesmo modo que Cristo trata a Sua esposa, a igreja. Juntos, vocês podem vencer na vida conjugal.

 “Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama” (Efésios 5:28). “Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido” (Efésios 5:33).


 Fonte: Biblia.com.br

O que a Bíblia diz sobre o novo casamento após o divórcio?

 O que a Bíblia diz sobre o novo casamento após o divórcio?

Há muito debate entre os cristãos sobre se as pessoas divorciadas podem se casar novamente. Mas o que a Palavra de Deus diz?

As palavras na Bíblia são encorajamentos, exortações e mandamentos dados aos discípulos, aqueles que querem seguir a Jesus e que têm ouvidos para o que o Espírito diz às igrejas – palavras que dão bênçãos para aqueles que obedecem, tanto nessa vida como também na vida por vir. 

O que a Palavra de Deus diz sobre casamento e divórcio? Os seguintes versículos são do Novo Testamento, as palavras do próprio Jesus, falando aos Seus seguidores, e as palavras do apóstolo Paulo:

Mateus 5:31-32

“Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio.

Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.”

Mateus 19:3-11

“Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez,

E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?

Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.

               Imagem de Armando Orozco por Pixabay 


Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la?

Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim.

Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.

Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido…’”

Lucas 16:18

“Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também.”

Romanos 7:1-3

“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?

Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.

De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.”

1 Coríntios 7:10-11

“Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido.

Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.”

É muito claro na Palavra de Deus que Ele instituiu o casamento para ser entre um homem e uma mulher, e que o contrato de casamento é obrigatório enquanto ambos os parceiros estiverem vivos.

 Apesar de a Bíblia abrir para o divórcio em alguns casos, também deixa muito claro que isso não eleva o compromisso de fidelidade para nenhum dos parceiros, e eles podem não se casar novamente enquanto o outro parceiro ainda estiver vivo.

Há muito debate entre os cristãos sobre o que Jesus e Paulo “realmente” queriam dizer com suas palavras sobre casamento, divórcio e segundo casamento após o divórcio: qual era o contexto cultural e religioso da época, se aplicado à parte inocente? , se houvesse exceções em casos de infidelidade, etc. etc. Mas acreditamos que a Bíblia é a Palavra inspirada de Deus, e é a única base de nossa fé. 

As palavras que Jesus falou foram para Seus discípulos – aqueles que querem segui-lo, tomar sua cruz e dar a vida. Nas Escrituras, não encontramos nenhuma indicação de que a lei de Deus possa ser ajustada para mudar opiniões e tempos, mas descobrimos que, vivendo de acordo com os mandamentos de Deus, há bênção, paz e harmonia!

“… Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.

Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” 2 Pedro 1:20-21.

“Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão,

Que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo;…” 1 Timóteo 6:13-14.


Fonte: https://cristianismoativo.org/o-que-a-biblia-diz-sobre-o-novo-casamento-apos-o-divorcio

Fuja das 5 tentações que podem acabar com o seu casamento!


Todas as relações passam por altos e baixos, e nem sempre é uma questão de amor. Têm-se de respeitar-se mutuamente e evitar qualquer tentação. Por isso contamos-lhe as cinco tentações que podem prejudicar o seu casamento. Evite-as!

Amar é fácil, mas manter viva uma relação durante anos poderá ser a tarefa mais difícil com que se poderá deparar na sua vida. Atuar da maneira correta no momento certo é o ideal para qualquer casal, mas sabemos que as relações têm muitos altos e baixos e nem sempre se consegue lidar da melhor forma com esses momentos. Muitos deles são provocados pelas famosas tentações que iremos desvendar neste artigo, para que as possam evitar. Podem arruinar a vossa relação!


1. Engano


Uma das maiores tentações dos casais é o engano. Com o passar dos anos, é possível que conheça outra pessoa que a faça sentir especial e pode sentir-se tentada a enganar o seu par. Se já não o amar, deixe-o, mas se o ama não se deixe arrastar pela tentação.

O nosso conselho: se não quer que ele saiba, não o engane. Se o fizer, conte-lhe. Ponha-se no seu lugar e pense como se sentiria.

2. Discussão


É uma das tentações “preferidas” dos casais e uma das principais causas de rutura. Tenha maturidade suficiente para falar sobre o que vos incomoda ou sobre as diferenças de opiniões. Cada pessoa tem uma linha de pensamento próprio, que não é necessariamente melhor nem pior, simplesmente são diferentes pontos de vista.

O nosso conselho: discordar não é discutir. As opiniões nem sempre são iguais e devem ser respeitadas!

3. Mentir


Quantas vezes já ouviu dizer que mentir é errado? Isso é certamente uma verdade. Mentir não é correto, muito menos ao seu marido. Por vezes na relação há momentos difíceis de enfrentar e há assuntos que, eventualmente, poderá guardar para si própria (provavelmente haverá determinados assuntos do seu passado que até será preferível ocultar, para evitar situações incômodas). Mas não se trata disso: falamos de mentiras constantes. É mais fácil mentir sobre alguma coisa que tenha feito ou dito e que sabe que o seu marido não irá gostar. Mas lembre-se que estas mentiras podem vir a ser descobertas com o tempo e podem voltar-se contra si.

O nosso conselho: se não quer que o seu marido a apanhe a mentir, não minta. Faça o que acha correto e seja sincera com ele.


4. Pouca dedicação

Os primeiros meses da relação são sempre os mais bonitos, é o que dizem muitos casais. São dias em que todo os gestos de carinho parecem poucos e demonstramos como se não houvesse amanhã o quanto estimamos essa pessoa. Com o passar do tempo, a confiança é maior, mas deixamos de nos dedicar tanto. Mas isso não deveria acontecer: a relação é preciso ser cuidada.

O nosso conselho: a relação é como uma planta, há que regá-la todos os dias se não queremos que pereça.


5. Não ter o próprio espaço

Não necessitam de passar todo o tempo juntos. Por vezes é importante que cada um tenha tempo para a sua família e amigos, e assim irão ver-se menos vezes, o que irá fortalecer a vossa relação, uma vez que se encontrarão com mais entusiasmo.

O nosso conselho: dedique tempo ao seu par, mas também a si própria e aos seus amigos. Verá a diferença!

E porque qualquer relação tem altos e baixos, momentos bons e outros….menos bons… siga ainda os nossos conselhos para uma relação saudável e feliz, de forma a que a chama da vossa paixão não apaga!


Fonte: https://www.zankyou.pt

12 hábitos para um casamento feliz: o número 6 faz toda a diferença!

 

                                               Imagem de Karen Warfel por Pixabay

A felicidade está nos pequenos momentos e nas coisas mais simples. 


Por isso, recomendamos-lhe 12 hábitos que vão ajudá-la a melhorar o seu casamento.

Numa relação, os problemas fazem parte. E as discussões também têm o seu lado positivo, desde que sejam discussões pontuais e com objetivos construtivos. Mas não convém que elas se tornem parte da rotina de um casal. 

Há alguns hábitos que pode adotar que talvez a ajudem a sentir-se mais ligada à sua cara-metade. Depois de conversamos com muitos casais, identificamos 12 hábitos ou rotinas que são frequentes em casamentos felizes. Atenção, diz quem entende de amor que o número 6 é decisivo nas relações saudáveis.


1. Passear de mãos dadas
Os gestos mais simples estão carregados de significado. Às vezes basta um pequeno gesto de afeto para que a sua cara-metade se sinta vista, desejada e amada. E isso faz milagres por qualquer relação.

2. Ir dormir à mesma hora
Se as rotinas assim o permitirem, é bom quando um casal se deita à mesma hora. Pode inclusive ajudar na vida sexual. Experimente também acordar ao mesmo tempo para tomar pequeno-almoço com a sua cara-metade, antes de se aventurarem os dois nas suas rotinas individuais. O dia vai correr-lhe muito melhor.

3. Cultivar interesses comuns

 As paixões partilhadas são um fator muito importante em todas as relações. Não é preciso que goste de tudo o que a sua cara-metade gosta, mas é importante que existam algumas coisas que gostem de fazer juntos. E mais importante ainda é investir parte do vosso tempo livre nessas atividades que os dois gostam.

4. Confiança e perdão

Estes são os pilares de uma relação saudável. Se estes pilares quebram, tudo é posto em causa. As discussões são inevitáveis, claro, mas os casais felizes entram nas discussões com vontade de as resolver e não com vontade de as ganhar. Isto porque são capazes de se perdoar e porque confiam um no outro.

5. Abracem-se e beijem-se a cada despedida
As demonstrações de carinho e amor têm um poder maior do que aquele que lhes é atribuído. A memória desse toque e desse carinho fica com as pessoas durante todo o dia e é suficiente para manter a relação saudável, forte e feliz.

6. Concentre-se no bom e tenda a relativizar o mau
As relações mais felizes são as que se focam nos pontos positivos e desmistificam os pontos negativos. Passar muito tempo focado no que correu mal é meio caminho andado para a frustração e a insatisfação.

7. Diga “amo-te” todas as manhãs
Não subestime o poder das palavras. E neste campo, mais vale pecar por excesso do que por falta. Quem não gosta de começar o dia a ouvir que é amado? Os primeiros momentos do seu dia determinam o seu estado de espírito para o resto do dia.

8. Deseje “Boa Noite” antes de dormir
Não adormeça sem dizer à sua cara-metade que durma bem, que tenha bons sonhos. Deixe que a sua voz seja a última coisa que ela ou ele ouça antes de adormecer.

9. Envie mensagens ao longo do dia
Não precisa de mandar sms ou emails de hora a hora, mas lembre-se uma ou outra vez durante o seu dia de enviar uma mensagem a perguntar como está a correr o dia da sua cara-metade ou a partilhar qualquer coisa do seu dia.

10. Sinta-se orgulhoso da sua cara-metade

A admiração e o orgulho são sentimentos indispensáveis na sua relação. É importante que ame a sua mulher/ o seu marido, mas é igualmente importante que se sinta orgulhoso dessa pessoa e que a admire a ela e à relação que construiu com ela.

11. Estipule o “dia do namoro”
Dediquem uma noite na semana para vocês enquanto casal. Para passear ou, simplesmente, para estarem juntos, pois isso irá ajudar a manter a felicidade no casamento.

12. Divida as alegrias
Partilhe com a sua cara-metade as alegrias que lhe acontecem no dia-a-dia, para que ambos se possam sentir verdadeiramente felizes e alegres.

Agora já sabe! Se a sua relação está a passar por um momentos mais complicados, experimente incluir estes pequenos hábitos na sua rotina de casal. Não são soluções mágicas, são 12 conselhos simples que podem solucionar alguns problemas mais simples e fazer com que a sua relação se torne ainda mais feliz!

Saiba quais os tipos de relacionamentos abusivos e como agir diante deles

 

                                                    Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

A cada cinco mulheres, três já viveram relacionamento abusivo

Estudos relatam que 3 a cada 5 mulheres já viveram um relacionamento abusivo, mas não é só na relação homem mulher que isso acontece. O abuso pode ocorrer de diversas formas: de pai pra filha, de filho pra pai, de filha pra mãe, entre casais homoafetivos, entre outros.
E o que são relacionamentos abusivos?
São aqueles em que há vítima e agressor. Acontece a partir do momento em que alguém tenta dominar o outro fisicamente ou por artifícios psicológicos e emocionais. Neste momento, o relacionamento deixa de ser saudável e pode inclusive evoluir para um relacionamento doentio e perigoso, resultando em crimes passionais, por exemplo.
O agressor tende a querer dominar tudo o que for possível na vida da outra pessoa; tentando controlar as amizades, o modo de se vestir, o uso do celular e das suas redes sociais.
O abuso dentro de um relacionamento, não se restringe à violência física, mais fácil de ser detectada, seja no meio familiar ou social, mas ele existe sempre que há a violência psicológica, mais difícil de identificar e cujo manejo é bem mais complexo e demorado.
Em qualquer situação, mas principalmente através do abuso psicológico, o agressor obtém poder sobre a outra pessoa, usando de controle e manipulação emocional.
Segundo a Dra. Aline Machado Oliveira, psiquiatra e psicoterapeuta junguiana, uma das primeiras coisas que um agressor faz em um relacionamento abusivo, é destruir a autoestima da outra pessoa. Ela explica que a autoestima da vítima é afetada drasticamente e pode ser destruída quando o agressor usa de jogos psicológicos com frases de acusação como: “-ela faz isso porque quer” ou “-ela sempre foi assim, só está se fazendo de vítima” , a fim de manipular a realidade.
A vítima torna-se a culpada pela agressão sofrida e ela aceita isso como verdade. Desta maneira, a vítima passa a ter uma percepção distorcida de si. Quanto mais oprimida, mais passiva a pessoa pode ficar, até se tornar completamente impotente, pois foi convencida pelo agressor de que ela está errada e é a culpada pelos problemas no relacionamento.
A chantagem emocional é um artifício muito usado para a manipulação e, geralmente, é de difícil identificação. O chantagista conhece os pontos fracos da vítima e se utiliza de sentimentos como o medo e a culpa para manipular as pessoas e alcançar os seus objetivos. Também é preciso observar que nem sempre o manipulador tem consciência de que pratica a chantagem emocional.
O chantagista vai levar a outra pessoa a fazer o que ela não quer fazer; aqui o abusador se faz de vítima para manipular a vontade do outro. Frases como: “-Se você não fizer isso, nunca mais vou perdoar você”, funcionam como punição e colocam a vítima sob a ameaça da culpa.
Notemos que o sentimento de culpa na chantagem emocional, é facilmente colocado como uma via de mão dupla; no caso do chantagista usar de falso arrependimento, puxando para si toda a culpa, mas ao mesmo tempo se dizendo arrependido e fazendo promessas de não voltar a cometer o erro, ganhando a confiança da outra pessoa, para usá-la depois, até mesmo em outra ocasião.
Embora sejam mais conhecidos e tratados, os relacionamentos abusivos em que a vítima é a mulher e o agressor o homem, esse tipo de situação vai muito além e envolve pais e filhos, relacionamentos homoafetivos, relacionamentos entre patrões e empregados, relações de amizades, etc.; ou seja, o relacionamento abusivo não se resume exclusivamente entre um casal em que a vítima é sempre a mulher, ainda que esse seja o caso mais recorrente, ao menos, o mais registrado.
Hoje em dia é bem mais comum a violência doméstica quando a mãe ou o pai, é a vítima de filhos adolescentes que, muitas vezes, usam de agressão física. Mas não para por aí; Além das agressões físicas o abuso psicológico e a manipulação, também se fazem presentes nestes casos. Ocorrem comumente a chantagem emocional e a agressão verbal. Acusações como: “-você acabou com a minha vida” ou “-você só me faz passar vergonha” entre outras, são apelativas e até teatrais.
A falta de imposição de limites nos filhos desde a infância, levam os pais a sofrerem esse tipo de problema doméstico, e não sabendo como agir, acabam cedendo.
Desde a infância, o papel de autoridade dos pais se perde pela dominação dos filhos. A situação mais conhecida e explorada é a inversa, o abuso dos pais contra os filhos, e nesse caso, a violência física acaba sendo a mais comum.
A vida social é inerente ao ser humano e as relações de trabalho, estudo e lazer fazem parte do nosso dia a dia, e nem sempre podemos escolher com quem trabalhamos ou estudamos. Em qualquer dos casos, os relacionamentos abusivos começam da mesma forma: xingamentos e gritos, humilhações e a violência psicológica, envolvendo manipulação e controle.
Não é fácil sair de um relacionamento abusivo, ainda mais quando já é um relacionamento de longa data. A pessoa que é vítima de um relacionamento abusivo precisa de ajuda profissional que possa auxiliá-la a identificar o problema e superá-lo, principalmente quando esses relacionamentos deixam traumas mais profundos e que afetam uma ou mais áreas da vida.
Relacionamentos são sempre um desafio e para termos relacionamentos saudáveis é preciso impor limites ao outro e entendermos que nós também precisamos de limites. Isto implica inclusive saber lidar com as relações quando detemos alguma posição de poder- diz a especialista, Dra. Aline Machado Oliveira.
Aprender a dizer “não” é necessário, e saber aceitá-lo também.
Se você se identificou com as situações citadas, procure ajuda profissional. Não desista de você!

*Dra. Aline Machado Oliveira é médica psiquiatra e especialista em Psicologia Clínica Junguiana e Analista Junguiana em formação pelo Instituo Junguiano do Rio Grande do Sul. Membro da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul e da Associação Brasileira de Psiquiatria,e atua há mais de 9 anos com psiquiatria clínica e psicoterapia.

Fonte: https://exibirgospel.com.br/2020/08/21/saiba-quais-os-tipos-de-relacionamentos-abusivos-e-como-agir-diante-deles/

É melhor serem dois do que um – Parte 1

 

                                                           Imagem de Tú Anh por Pixabay


O escritor de Eclesiastes menciona quatro áreas onde o companheirismo faz toda a diferença.


“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Eclesiastes 4.9-12)

O rei Salomão, instrumento divino para nos trazer estas palavras, não estava falando especificamente sobre o casamento; ele falava sobre um exemplo de unidade que cabe num relacionamento de amigos, de parceiros de trabalho e ainda outros. E embora estas palavras não se apliquem exclusivamente ao matrimônio, este princípio bíblico também não exclui, em hipótese alguma, a relação conjugal. 

E é dentro deste contexto, da vida do casal, que queremos buscar entender não apenas o texto em si, mas como estas verdades se relacionam com outras declarações bíblicas acerca do casamento. O escritor de Eclesiastes menciona quatro áreas onde o companheirismo faz toda a diferença e justifica a afirmação de que é melhor serem dois do que um. São elas:


1) Parceria – 2) Suporte – 3) Cuidado – 4) Proteção

Sem estas quatro expressões de companheirismo talvez fosse melhor declarar que é melhor ser um do que dois, uma vez que os “benefícios” que justificam esta afirmação deixaram de estar presentes. Queremos refletir um pouco sobre cada um deles.

PARCERIA

O primeiro benefício mencionado na declaração bíblica de que é melhor serem dois do que um é que os dois terão “melhor paga do trabalho”. Isto fala de duas coisas: da parceria nas conquistas e de sinergia, que é o resultado desta parceria.

Primeiramente queremos analisar a visão de parceria e como isto se encaixa na união matrimonial. A mulher foi criada por Deus para ser uma auxiliadora idônea, capaz (Gn 2.18). Isto significa que o homem não foi criado por Deus para conquistar sozinho e, somente depois, partilhar o “despojo” com sua esposa. Mesmo tendo a responsabilidade de provedor, o homem precisa viver a relação de parceria em cada conquista no casamento. Deus reconheceu que o homem precisaria de ajuda e, ao criar a mulher a fez com toda capacidade de prover ajuda!

Isto fala não só das conquistas materiais e geração de renda. Embora a palavra hebraica traduzida como “paga do trabalho” seja “sakar” – que significa “soldo, salário, pagamento” – ela também tem o significado de “recompensa”. O casamento é uma parceria contínua! Desde a procriação, cuidado, provisão e educação dos filhos até os ganhos materiais e financeiros o casal deve caminhar em parceria. Mesmo sendo o cabeça do lar e tendo a responsabilidade final nas decisões, o esposo deve ouvir os conselhos de sua esposa e incluí-la em seus projetos.

Se cada um quiser viver por si, como se fossem dois solteiros dividindo a mesma cama e o mesmo teto, não poderão dizer que é melhor serem dois do que um. A beleza da parceria, além do companheirismo e cumplicidade nas conquistas, pode também ser vista nos resultados. Melhor paga do trabalho não significa um salário que é dobrado para depois ser repartido entre os dois; isto não faria a menor diferença! Se cada um sozinho ganha quatro mil reais e pode ficar com tudo para si, qual é a vantagem de juntarem suas rendas que, totalizadas, chegam a oito mil reais e depois dividi-la em dois voltando ao resultado inicial? A verdade é que, juntos, mesmo repartindo, o casal conquista mais! Por exemplo, se cada um sozinho produz uma renda de quatro mil reais, mas juntos conseguem produzir doze mil reais (em vez de só os oito mil reais que conseguem sozinhos), então temos uma sinergia. Em vez de somar resultados, a parceria os multiplica! Isto é sinergia e vemos este princípio na Bíblia:

 “Como poderia um só perseguir mil, e dois fazerem fugir dez mil, se a sua Rocha lhos não vendera, e o Senhor lhes não entregara?” (Deuteronômio 32.30)

 “Perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós. Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós. Para vós outros olharei, e vos farei fecundos, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco.” (Levítico 26.7-9)

Falando das batalhas que o povo de Israel iria travar ao entrar na terra Prometida, Moisés, da parte de Deus, fala aos hebreus que um deles perseguiria mil, mas dois juntos não somariam os resultados para dois mil, mas o multiplicariam para dez mil! Também afirma que cinco perseguiriam a cem (o equivalente a vinte pessoas por perseguidor), mas cem perseguiriam a dez mil (o equivalente a cem pessoas por perseguidor). Isto é sinergia. Tanto em um exemplo como no outro vemos que neste tipo de parceria os resultados não se somam, se multiplicam. Podemos trazer este princípio para o planejamento familiar, para a criação dos filhos, para o trabalho e conquistas materiais e, não só para a dimensão natural, mas também para a espiritual: a vida de oração do casal.

Tenho aprendido a incluir a participação de minha esposa em tudo que faço. Desde o planejamento financeiro e decisões que precisam ser tomadas nesta área até as questões do ministério; a Kelly participa na forma como prego e ensino (antes, na preparação, e depois, na avaliação), como conduzo as reuniões ministeriais e a vida da Igreja, em minhas viagens (mesmo quando não pode me acompanhar faz a retaguarda de oração)… Sou muito grato a Deus por me permitir viver em parceria com minha esposa!

Porém, se os cônjuges decidem viver cada um por si, sem a dimensão de parceria proposta nas Escrituras, não poderá se dizer que é melhor serem dois do que um… Reveja estes valores em seu casamento. Não deixe de buscar viver esta poderosa parceria. O casamento não é apenas duas pessoas que decidiram viver juntas, é o ato de construírem juntos uma vida!

SUPORTE

Outra característica importante do companheirismo e que valida a afirmação de que é melhor serem dois do que um, é o suporte. A Escritura Sagrada declara que “se caírem, um levanta o companheiro”. Nos momentos de altos e baixos que enfrentamos, o que está melhor ajuda o outro. Encorajamento, apoio, suporte, são essenciais a união matrimonial.

Muitas pessoas entram com a motivação e expectativa errada no matrimônio; elas entram na aliança matrimonial pensando muito mais em receber do que em oferecer algo. Esperam que o cônjuge, ou mesmo a própria relação, façam-nas felizes. Porém, o fato é que não nos casamos com o único propósito de sermos felizes, mas primeiramente, para fazermos o cônjuge feliz (Dt 24.5). A Palavra de Deus nos ensina que o homem casado deve agradar a sua esposa e vice-versa (1 Co 7.33,34).

É correto esperar receber suporte do seu cônjuge, mas antes de esperar receber (ou mesmo cobrar esta atitude), devemos oferecer suporte! Estamos falando dos padrões de Deus para o casamento e não do matrimônio segundo o mundo. Portanto, espera-se dos cônjuges cristãos um comportamento que demonstre maturidade cristã. E esta maturidade nos faz compreender que dar é mais importante do que receber (At 20.35).

Em sua carta aos coríntios, Paulo declara que “o amor não busca os seus próprios interesses” (1 Co 13.5). Escrevendo aos filipenses, o apóstolo também ensina o crente a não olhar só para si, mas para os outros, e afirma o seguinte:

 “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.” (Filipenses 2.4)

O Senhor Jesus também nos ensinou (não só com palavras, mas principalmente por seu exemplo) acerca da virtude de servir em vez de apenas buscar ser servido:

 “Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Marcos 10.42-45)

A maioria das queixas dos casados contra o próprio cônjuge são cobranças do que o outro deveria ter feito. Infelizmente, somos egoístas demais e focados no próprio umbigo! Contudo, quando em vez de somente querer ser servidos, colocamos nossos cônjuges à frente e passamos primeiro a servir, alimentamos um outro ciclo onde nossos cônjuges, em vez de também apenas cobrarem, passarão a também nos servir com alegria. Não é fácil colocar o outro à frente de seus sonhos, projetos e vontades!

Lembro-me que na ocasião em que o Israel – nosso primeiro filho – nasceu, a Kelly entrou numa crise enorme. Estávamos casados há dois anos e meio nesta ocasião, mas a Kelly havia saído de casa e mudado para a nossa cidade cerca de um ano antes do casamento; portanto já estava há pelo menos três anos e meio morando longe dos pais. A distância de quase setecentos quilômetros entre nossa casa e a casa dos meus sogros, somada à uma certa limitação financeira dos primeiros anos de casado, não nos permitia vê-los com tanta frequência como gostaríamos, mas mesmo assim a Kelly nunca deixou de me apoiar e de sustentar a mesma declaração que Rute fez à sua sogra Noemi:

 “Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” (Rute 1.16)

De repente, após o nascimento do Israel, minha esposa começou a demonstrar sinais de tristeza por estar tão longe do restante da família (dela e minha, pois meus pais moravam numa cidade próxima à dos pais dela). Ela dizia que havia se dedicado em me apoiar e acompanhar e que nunca havia se arrependido disto, mas que partia o coração dela saber que o nosso filho iria crescer longe dos avós e do restante da família. Conversamos e oramos acerca disso várias vezes e a situação parecia somente se agravar.

Um dia, tive uma conversa séria com ela; disse que percebia que ela não estava conseguindo superar aquilo, embora continuasse se esforçando muito para me apoiar. Expliquei que, embora ela não reclamasse nem pedisse para nos mudarmos, era evidente que, naquele momento, seu coração não estava mais ali na cidade. Então declarei a ela que, em função do que ela estava enfrentando, eu estava disposto a deixar o pastorado daquela igreja para nos mudarmos para mais perto da cidade dos nossos pais, uma vez que, depois de Deus, a família é nossa maior prioridade. A Kelly se alarmou com minha sugestão e disse que não queria atrapalhar meu ministério. Retruquei que eu poderia exercer o ministério onde quer que estivesse, que já tínhamos uma boa equipe ministerial naquela igreja, e que não havia me mudado para lá afim de ficar ali para sempre. Mesmo assim, ela preferiu orar mais e buscar ao Senhor antes de qualquer decisão precipitada e, acabou entendendo da parte de Deus que não era a hora de nos mudarmos e que o Senhor traria graça e ela venceria aquela crise, como de fato aconteceu.

Mesmo não tendo nos mudado, naquele dia a Kelly percebeu que meu compromisso com ela era bem maior do que ela imaginava. Foi algo parecido com o sacrifício que Deus pediu a Abraão; ainda que ele não tenha chegado ao ponto de imolar Isaque, soube-se que ele teria ido até o fim. Esta foi a minha primeira experiência no casamento onde realmente enxergamos a importância de oferecer suporte um ao outro. Eu faria qualquer coisa para apoiar minha esposa e vê-la feliz; ela, por sua vez, lutava com sua crise não querendo me tirar do propósito divino e achando que, mesmo em meio à lutas e dificuldades, deveria estar ao meu lado a qualquer preço.

Penso que se tivéssemos agido de forma egoísta, com ela lutando para estar perto dos pais e eu lutando pelo meu ministério, nossa relação, em vez de consolidada como foi, teria sofrido um sério desgaste. Oferecer suporte ao cônjuge é algo de um valor imensurável. Se trouxermos este padrão de conduta cristã ao nosso casamento tudo será diferente! Porém, se os cônjuges decidem apenas esperar (ou mesmo cobrar) por suporte da parte do outro, então não poderá se dizer que é melhor serem dois do que um.

Reveja estes valores em seu casamento. Nunca deixe de ser um instrumento divino de apoio e fortalecimento, de consolo e amparo ao seu cônjuge!

Texto extraído do livro “O Propósito da Família”




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